Como gerenciar os resíduos dos procedimentos nas clínicas de estética?

Autora: Ruy Pedreira


De acordo com o provedor de pesquisa de mercado Euromonitor Internacional, o Brasil é o quarto maior mercado de beleza e cuidados pessoais do mundo, reforçando a incrível capilaridade que o mercado de estética encontra entre os brasileiros.

Mesmo diante da pandemia do Coronavírus, a estética nunca foi deixada de lado pelos consumidores. Porém, questões relacionadas a como gerir e descartar apropriadamente os resíduos de procedimentos estéticos, principalmente em clínicas, tornou-se mais que nunca, uma demanda a ser executada pelos empreendimentos de cuidado pessoal.


Suscitando para esse setor, a importância tanto do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) quanto do, Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) , tais planos são apresentados como forma de adequar-se a Lei Federal nº 12305/2010, onde todos os estabelecimentos que geram grandes quantidades de resíduos devem ser responsáveis pelos descartes correto do seu empreendimento. Mas com relação aos resíduos provenientes das clínicas estéticas, como o descarte deve ser realizado?


Identificação de Resíduos

Primordialmente, é necessário a identificação dos resíduos gerados, como exemplo: tratamentos que envolvem agulhas, alicates e navalhas geram, além de resíduos perfuro cortantes, resíduos com agente biológicos. Nessa perspectiva, todo material a ser descartado pode ser categorizado como Resíduo de Serviço de Saúde(RSS) e, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), os RSS são divididos em:



Armazenamento pré-descarte

Cada resíduo necessita ser armazenado nas clínicas de estética, antes de seu descarte, de acordo com suas especificações.

No que tange os estabelecimentos estéticos, os principais grupos de atenção para o armazenamento são o grupo A , grupo B e grupo E.

Para o grupo A, os resíduos devem ser acondicionados em sacos plásticos resistentes e com cores definidas. Há casos, em que os resíduos apresentam um maior risco de contaminação e devem ser tratados antes do descarte e remoção.

Já para o grupo B, onde são tratados resíduos químicos, é vital que estes sejam estocados em sólidos, até o volume final.

Por fim, os resíduos do grupo E devem ser acondicionados em recipientes resistentes, que não furem, vazem ou que se rompam. Estes recipientes necessitam ser excluídos quando atingirem dois terços de seu volume total e precisam ser identificados com o símbolo internacional de risco biológico.


DESCARTE E RESÍDUOS

O descarte de resíduos de procedimentos estéticos deve ser segurado por uma empresa especializada, que garantirá o armazenamento, o transporte, o tratamento e a destinação final de tais materiais.


Como a Prisma Jr. pode te ajudar?

O serviço de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos está em nossa carta de serviços, com ele nós podemos ajudar o seu estabelecimento a se adequar à legislação atual, cuidando de seus funcionários e do meio ambiente. Ficou interessado ou tem alguma dúvida? Entre em contato conosco!




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